Arquivo para a categoria 'n.d.a.'

15
Jan
08

Mudanças

Ae povo que sempre passa por aki, negócio é o seguinte:

Estou com uma hospedagem paga agora, então dá um pulo no novo blog porque comecei a postar lá ok? A temática é a mesma, mudou o nome e é claro novidades sobre o Bebê. O que você não sabia? Então dá uma olhada lá.

Aguardo a visita

Abraço a todos

28
Out
07

Barebacking

Essa eu não conhecia, e confesso que to de cara… segue abaixo a reportagem:

Na tradução literal, cavalgada sem sela; na gíria, sexo sem camisinha. No Brasil, a finalidade da prática é a busca do sexo livre, mas há quem possua o mesmo objetivo dos barebackers norte-americanos, os inventores da “modalidade”: contrair o vírus da aids. Num comportamento suicida, eles contrariam o discurso politicamente correto de médicos, educadores e militantes de ongs, mas não sem uma série de argumentos, que listamos a seguir:

“Hoje em dia, ninguém morre de aids. Não vemos pessoas definhando e falecendo meses depois de descobrir que têm o HIV.”
É verdade que o coquetel anti-aids é altamente eficiente no controle e no tratamento da doença. A partir de sua introdução, em 1996, criou-se o conceito de soropositividade, ou seja, uma pessoa infectada pelo HIV não necessariamente desenvolve a aids e, mesmo se já apresentar alguns sintomas, pode haver regressão do quadro clínico. Entretanto, a sensação de segurança é falsa, como atesta o Dr. Ésper Kallas, infectologista da Unifesp que desenvolve pesquisas sobre HIV/Aids: “No Brasil, morrem mais de dez mil pessoas infectadas por ano. Exitem vírus resistentes ao coquetel, que não respondem ao tratamento”. Além disso, afirmar que o tratamento é 100% eficaz é ignorar os efeitos colaterais dos medicamentos, que não são poucos nem amenos.

“Em qualquer relação sexual, corro o risco de pegar aids. É melhor me contaminar logo, assim não fico na neura toda vez que transar.”
As informações que acompanham o jargão “use camisinha” são de deixar qualquer um paranóico: ela deve ser colocada logo no início porque a secreção que sai do pênis durante as preliminares e no sexo oral pode conter o HIV, o vírus é transmitido pela penetração, no sexo anal o risco é ainda maior, se a camisinha furar ou estiver mal colocada, já era. Diante de tudo isso, os mais afoitos acham que a aids é inevitável e, para acabar com a ansiedade e a angústia da espera, vão atrás da contaminação.

“O meu parceiro tem. Se eu me contaminar, será uma prova de amor e poderemos abandonar de uma vez o preservativo.” O argumento de que sexo sem camisinha é demonstração de amor e confiança já está mais do que batido, afinal, quem coloca a mão no fogo por alguém corre o risco de se queimar. Mas pensar que o casal pode abrir mão da camisinha porque os dois já são soropositivos é um erro. Existem diferentes tipos de vírus, se cada um tiver um tipo diferente, podem transmitir ao outro, o que se chama reinfecção. “A reinfecção é real. O paciente pode estar tendo sucesso no tratamento, mas ao se infectar pela segunda vez, pode desenvolver um vírus resistente, o que é muito prejudicial. Por isso, a prevenção deve continuar”, explica o infectologista.

“Fui rejeitado pela minha família, não posso me casar nem ter filhos. Não quero morrer velho e sozinho.”
Ainda hoje, muitos homossexuais não podem contar com a compreensão e o apoio da família. Para evitar que recorram a comportamentos auto-destrutivos, uma solução apontada por diversos militantes da causa GLBT é a aprovação da lei da união civil entre gays.

“Os soropositivos têm acompanhamento de médicos, apoio de ongs e de todo um grupo de pessoas na mesma situação. Quero fazer parte deste grupo.”
Por mais que se tente provar que não existe preconceito, os homossexuais ainda sofrem muita discriminação. No senso comum, o certo é ser heterossexual. Quem difere na orientação sexual ou no jeito de se vestir, de falar, de se comportar é excluído, seja na escola, no trabalho ou na igreja. Estando infectado, o indivíduo passa a ser reconhecido socialmente, já que a mobilização contra a aids é forte em todas as frentes sociais.

Há também outros argumentos que fogem à compreensão, como a excitação diante do risco. As bare parties são orgias onde soropositivos e soronegativos transam sem camisinha e o prazer está em passar e contrair o vírus, chamado de “o presente”. Este é o tema do filme The Gift (Louise Hoghart, Eua – 2002). Na Europa, o nome comum para essas festas é Russian Roulette Party (Festa da Roleta Russa). Apenas o anfitrião sabe quem é soropositivo e a graça está em sair de lá com a dúvida se foi “o presenteado” ou não. No início do ano, Caio Blat protagonizou a peça Mordendo os lábios, de Hamilton Vaz Pereira, onde a bare party era chamada de Malebouge.
Estima-se que nos Estados Unidos existam 7 milhões de barebackers. Na Europa, o número fica em torno de 2 milhões. Por aqui, não há dados, mas já existem alguns grupos e festas, embora muito poucos tenham coragem de assumir. Contatamos 25 participantes de comunidades de barebacking na internet, que é onde eles se encontram, mas apenas dois responderam. Um deles foi Rafael Silva Nogueira, que é barebacker há pouco mais de um ano: “O tesão que eu sinto não é pelo risco de pegar aids, é por ser pele com pele. Nunca participei de uma festa bare, mas já fui convidado.”, afirma.
Para testar a popularidade do barebacking, resolvemos entrar num chat de sexo com um nick bem direto – BAREBACK CENTRO/SP 23A. Em meia hora na sala gay, apareceram 9 pessoas que já sabiam do que se tratava e estavam dispostos a sair do virtual e partir para a prática. Já no chat heterossexual, o mesmo nick não fez tanto sucesso. Surgiram cinco parceiros em potencial, que desconheciam o termo bareback, mas topavam na hora sob o argumento de que “sem camisinha é mais gostoso”. A discussão está longe de acabar. O Programa Nacional de Aids do Ministério da Saúde não tem nenhuma ação voltada a esse grupo. Se o barebacking se popularizar por aqui e o número de soropositivos aumentar, pode acontecer um colpaso na saúde pública. Isso porque não há perspectiva de cura, pelo menos pelos próximos anos, e o tratamento, apesar de caro, é oferecido gratuitamente.

Por Larissa Coldibeli – Click 21

 

Quando eu digo que poderia resurgir os tiranosauros rex pra acabar com o seres humanos vocês não levam a sério…

 

Technorati Marcas: , ,

29
Set
07

Mudar?

Estou em dúvida. Não sei se hospedo esse blog em um server pago, ou se continuo usando hospedagem free.

“Mas aqui não tá bom?” - sim, tenho que confessar a minha paranóia por modificações no layout, fuçar nos códigos, instalar novos widgets, tranqueiras, tranqueiras e mais tranqueiras… isso quando não fico cansado do layout e escolho um outro totalmente diferente… queria também aplicar o adsense, pra ver como funciona essa parada do Google.

Bom, vamos ver até o meio do mês o que resolvo, acho que na verdade o que preciso mesmo é parar de frescura e aproveitar melhor o espaço aqui…

14
Ago
07

filho roqueiro e pai pastor

Ótima!!!

O filho roqueiro, de um pastor fervoroso, freqüentador da igreja está prestes a completar 18 anos. Louco para dirigir, o rapaz resolve pedir o carro mprestado ao pai. Depois de pensar um pouco, o pastor responde:
- Filho, vamos fazer o seguinte: você melhora suas notas na escola, estuda a Bíblia todos os dias e corta esse cabelo. E aí voltamos a conversar.

Um mês depois, o rapaz volta a perguntar ao pai se pode usar o carro.
- Filho, eu estou realmente orgulhoso: você dobrou suas notas na escola e estudou bem a Bíblia. Mas não cortou o cabelo! E como fica o nosso trato?
- Papai, lendo a Bíblia, eu fiquei intrigado – responde o filho. – Sansão usava cabelos longos, Noé também… até Jesus tinha cabelos compridos; e todos eram boas pessoas!

E o pai:
- É verdade… e todos eles andavam a pé.

10
Ago
07

Respostas e replicas a cantadas infames

 

Pra cada cantada….tem uma resposta. As vezes… a réplica é ainda pior!!!

Cantada: Este lugar está vago?
Resposta: Está, e este aqui onde estou também vai ficar se você se sentar aí.
Réplica: Obrigado, estava mesmo precisando de dois lugares, minha noiva já está chegando!

 
Cantada: Então, o que você faz da vida?
Resposta: Eu sou travesti. (putz!)
Réplica: Já tinha percebido! Você esqueceu de fazer o bigode! 

Cantada: Será que eu já não te vi em algum lugar?
Resposta: Claro! Eu sou a recepcionista da clínica de doenças  venéreas..Não se lembra?
Réplica: É isso mesmo! Você até me falou que estava a pagar o seu tratamento com seu trabalho!

Cantada: A gente já não se encontrou em algum lugar antes?
Resposta: Já e é exatamente por isso que eu não vou mais lá.
Réplica: Eu também nunca mais voltei, naquela zona só tem baranga.

Cantada: A gente vai para a sua casa ou para a minha?
Resposta: Os dois. Você vai para a sua casa e eu vou para a minha.
Réplica: Que pena! É que minha empregada foi embora e eu pensei que você pudesse ir lá em casa fazer uma faxina.

Cantada: Eu queria te ligar, qual é o seu telefone?
Resposta: Está na lista.
Réplica: Mas, eu não sei o seu nome.
Tréplica: Também está na lista, na frente do telefone.
X-plica: Mas qual é o anuncio? Acompanhantes ou Aluguel de
tratores?

08
Jun
07

E tudo mudou…

E tudo mudou…
O rouge virou blush
O pó-de-arroz virou pó-compacto
O brilho virou gloss
O rímel virou máscara incolor
A Lycra virou stretch
Anabela virou plataforma
O corpete virou porta-seios
Que virou sutiã
Que virou lib
Que virou silicone
A peruca virou aplique, interlace, megahair, alongamento
A escova virou chapinha
“Problemas de moça” viraram TPM
Confeti virou MM
A crise de nervos virou estresse
A chita virou viscose.
A purpurina virou gliter
A brilhantina virou mousse
Os halteres viraram bomba
A ergométrica virou spinning
A tanga virou fio dental
E o fio dental virou anti-séptico bucal
Ninguém mais vê…
Ping-Pong virou Babaloo
O a-la-carte virou self-service
A tristeza, depressão
O espaguete virou Miojo pronto
A paquera virou pegação
A gafieira virou dança de salão
O que era praça virou shopping
A areia virou ringue
A caneta virou teclado
O long play virou CD
A fita de vídeo é DVD
O CD já é MP3
É um filho onde éramos seis
O álbum de fotos agora é mostrado por email
O namoro agora é virtual
A cantada virou torpedo
E do “não” não se tem medo
O break virou street
O samba, pagode
O carnaval de rua virou Sapucaí
O folclore brasileiro, halloween
O piano agora é teclado, também
O forró de sanfona ficou eletrônico
Fortificante não é mais Biotônico
Bicicleta virou Bike
Polícia e ladrão virou counter strike
Folhetins são novelas de TV
Fauna e flora a desaparecer
Lobato virou Paulo Coelho
Caetano virou um chato
Chico sumiu da FM e TV
Baby se converteu
RPM desapareceu
Elis ressuscitou em Maria Rita?
Gal virou fênix
Raul e Renato,
Cássia e Cazuza,
Lennon e Elvis,
Todos anjos
Agora só tocam lira…
A AIDS virou gripe
A bala antes encontrada agora é perdida
A violência está coisa maldita!
A maconha é calmante
O professor é agora o facilitador
As lições já não importam mais
A guerra superou a paz
E a sociedade ficou incapaz…
… De tudo.
Inclusive de notar essas diferenças.

Luis Fernando Veríssimo

01
Jun
07

Lemons and lemonades

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