
chegou via email… o bom foi que conheci o Resistindo, que é um ótimo blog, entrou para a minha lista de Favs.

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Semana de muito trampo, correria pra deixar todos os trabalhos prontos mas nada como uma sessão “cinema em casa” para aliviar o peso do dia, aliás, uma não, várias.
Estava fazendo as contas aqui com meus botões e me dei conta de que estou vendo uma média de 15 filmes por mês, incluindo documentários, o que dá por volta de um filme a cada 2 dias… Sim, tento ter vida social também
Falando em vida social eu fui convidado pelo Bart para rever Re-Animator, um filme que está na minha lista de “clássicos” do terror, a propósito, quer tiver a trilha inicial do filme por favor me mande porque procurei no soulseek e ainda não achei, vou ver se consigo também a imagem de abertura que é fodaça(?) pra quem curte filme trash. Foi muito divertido porque lembrei da minha infância também, que foi onde começou a minha paixão por cinema assim que meu pai comprou um video-cassete… época boa aquela, onde os filmes não tinham os recursos em relação a efeitos especiais como hoje mas as estórias, atores e roteiros eram muito legais, não que o cinema de hoje é ruim, continuo gostando, mas dá pra contar nos dedos o que tem saído de bom ultimamente… mas o lado bom é que muitos filmes alternativos, principalmente no cinema brasileiro e europeu, tem sido divulgados o que ajuda bastante quem quer sair um pouco fora do circuito hollywoodiano.
Posso citar como exemplo o fantástico
, na minha opinião, Amarelo Manga da produtora Olhos de Cão que é simplesmente um chute na genitália, tamanha é a a forma crua e real do filme. Tudo gira em torno de vinganças entre as pessoas envolvidas com direito a bizarrices, que todo ser humano tem cada qual com sua particularidade, que simplesmente fazemos o favor de jogar pra debaixo do tapete. Não, não é o tipo do filme que chamamos toda a família, estouramos pipoca e vamos para o entreterimento, mas ainda sim se você é do tipo que gosta de filmes polêmicos, Amarelo Manga é um filme que não decepciona nem um pouco.
Seguindo a mesma boa safra de filmes alternativos nacionais vem o “viajante” A Concepção, também da Olhos de Cão.
Esse já foi um filme que em certas partes achei que a “viagem” de certa forma é longa demais e talvez até seja de propósito, mas acho que faltou um pouco mais de consciencia nas idéias. Idéias, sim, o filme gira em torno de um grupo de jovens de Brasilia que vivendo em meio ao tédio do apartamento e ao uso de drogas, conhecem um ser, assista que tu vai entender porque usei o termo “ser”, chamado X que seria meio que o idealista de uma nova forma de ver ou até mesmo de viver o mundo, o Concepcionismo. Os concepcionistas queimam suas identidades, literalmente e vivem a cada dia como uma pessoa diferente, como se fosse uma espécie de anulação da própria essência como pessoa… pois é, se você gosta de filosofar ou dar uma “viajada” em novas idéias, tá aí a dica.
Partindo para uma linha digamos mais séria um amigo me emprestou o
documentário A Carne é Fraca, produzido pelo Instituto Nina Rosa, que fala sobre o impacto não só da ingestão da carne em nossa saúde mas também a devastação que a pecuária tem causada na amazonia e no resto do mundo, seja através de queimadas ou de pessoas passando fome. Passando fome? mas carne não é alimento? Pois é meu caro, me mostre alguem que coma carne que esteja passando fome. A carne em si é para quem pode pagar por ela. Informações muito importantes são passadas através desse documentário, e confesso que me fez mudar de opinião a respeito da minha atitude como ser humano. E não foram as cenas que mostram os animais indo para o abatedouro ou algo do tipo, mas o fato é que não necessito de tanta carne assim para viver, nem eu nem ninguem, pois existe mais gado do que gente no mundo. “Nenhum animal terá que morrer para que eu possa comer carne” - depois que ouvi essa frase vi o quanto existe de hipocrisia dentro de mim. Mas e a proteínas? Também não descobri uma forma, que não seja a soja, para substituir a carne na minha dieta, mas tentarei ir diminuindo o consumo aos poucos até não precisar mais.
O documentário vai além da questão de comer ou não carne, citando a questão de testes feitos em animais de laboratório e a luta dos protetores dos animais para inibir essa prática. Mesmo que você não seja simpatizante da causa dos animais, vale a pena assistir.
E já que falei de filmes polêmicos, de saúde e documentários, aí vem mais uma criação do Sr. Michael Moore chamada Sicko. Com seu jeito bem humorado, sarcátisco, ousado dentre outros adjetivos, Michael Moore desbanca mais uma vez o Marketing chamado de American Dream, mostrando a mazela nal qual anda o sistema de saúde americano e que cá entre nós aqui no Brasil não fica muito diferente em vários aspectos mostrados no documentário. Já pensou ter que pagar U$ 60.000,00 pra poder restaurar a ponta do dedo indicador? Ou então torcer para que o seu plano de saúde cubra um eventual problema que você possa vir a ter? Sicko é surpreendente em várias partes, mas a parte mais legal que achei foi a idéia de levar um grupo de pessoas que tiveram sua saúde destruída após terem sido voluntários no trabalho dos escombros do WTC para serem tratados na base naval americana em Cuba, onde os terroristas da Al Qaeda estão presos e são muito bem tratados. E como era de se esperar chegando na base eles dão com a cara na porta, sobrando apenas tentar algo com o “inimigo”, isso mesmo que você está lendo, o grupo é levado para ser tratado em Cuba, onde a medicina é considerada uma das melhores do mundo. Podem até chamar o cara de sentimentalista, sensacionalista, etc, etc, etc… mas o fato é que Moore é uma pedra no sapato de Mr. George Bush.
Como não sei se esse documentário chegou no Brasil ainda, vai aqui o link diretamente do Coletivo Sabotagem para você.
E essa semana ainda teve Simpsons, Candy, O Homem do Ano… mas vou deixar para comentar depois…
Boa Semana!!!
Obs.: Post retrô do meu outro blog
Ouvindo: Nasum – Doombringer
Semana pesada, de muita correria e desencontros, muito trampo e clientes que surpreendem
pela falta de educação e outros pela camaradagem, o que me ajudou muito foram os momentos livres poder assistir o fim da primeira temporada de Lost, que pelo jeito devo ser o único que ainda não viu, mais outros filmes que que me garantiram ótimos momentos de cinefilia, como o Mysterious Skin (Mistérios da Carne). Filme que fala de um tema que pode o pessoal pode até achar batido que eu não posso escrever aqui porque o wordpress misteriosamente me censura toda vez que escrevo a palavra pedofilia, deve ser algum sistema de filtragem do próprio servidor, sei lá. O filme mostra, de uma maneira bastante crua, o estrago que pode causar certas coisas na vida das pessoas, e também me levou a pensar o quanto não podemos julgar atitudes de outras pessoas somente olhando o presente, mais ou menos a mesma idéia que tive quando comentei sobre Anjos do Sol, sobre aquele lance de que “cada ser humano tem uma história”,por isso é um título mais do que indicado para quem gosta do gênero ou assiste filmes sem nenhuma pré-concepção. Destaque para o ator Joseph Gordon-Levitt que faz o personagem Neil McCormick, porque imagino que tenha sido um papel super díficil de fazer.
Outro filme que vi essa semana foi o A Scanner Darkly ( O Homem Duplo), história do criador de vários contos SCI-FI, Philip K. Dick, que surpreende pela nova idéia, pelo menos não lembro de ter visto algo parecido, de se fazer filmes com atores reais só que “transformando-os” em desenhos vetoriais. Mesmo tendo atores que considero de peso como Keanu Reeves e Robert Downey Jr., confesso que terei que ver de novo o filme pra não desaprová-lo, é como se eu não estivesse aceitando a idéia de uma produção com várias premiações principalmente em animação, um autor que escreve várias coisas legais fosse tão desestimulante, com diálogos tão parados que chegam a ser massantes… verei novamente, quem sabe não mudo de idéia.
No mais li uma matéria que falava sobre a igreja católica, religião e politica, e tenho que concordar que o papa, e outros lideres religiosos, deveriam intervir em relação aos constantes massacres dos americanos no Afeganistão e arredores, enfim, sobre várias desigualdades que acontecem no mundo… pois creio que é isso que os Deuses que eles servem ensinam isso.
Na torcida para que essa semana seja uma semana bem administrável, no aguardo de novas notícias a respeito de uma amiga que está muito mal no hospital e que eu consiga ser uma pessoal melhor, não só para mim, mas para quem está ao meu redor.
Boa semana a todos!
Ouvindo: Arch Enemy – Tear Down The Walls
Pois é, tive que voltar a usar o serviço do blogger, depois de mais de 1 ano sem aparecer por aqui… pelo jeito muita coisa mudou por aqui, e como bom fuçador, curti muito as novidades que o blogger tem oferecido, acho que não vou sair daqui tão cedo, a não ser que eu consiga uma grana (difícil hein), para bancar um server próprio para voltar a usar o wordpress, que acho uma ferramenta sensacional para quem tem blog ou deseja usar algo que lhe de uma variedade de recursos que outros serviços gratuitos oferecem, falando em serviços gratuitos o que fez voltar foi um desses “server free” que era muito bom, até que um belo dia ele resolve não mostrar mais o meu blog, não libera acesso ao painel de controle da minha conta e muito menos funciona sua página principal. É uma pena pois postei muita coisa legal lá, outras nem tanto, mas era divertido fazer tudo aquilo, instalar plugins, mudar layouts, uma modificação de código aqui outra ali… enfim, não posso reclamar muito não porque, de certa forma fiz por merecer, pois já faz uns tempos que alguns usuários estavam reclamando de algo parecido naquele server, pra quem não sabe estou falando do freehostia. Tomara que eu consiga pelo menos recuperar minha lista de links.

Mudando de assunto, assisti a alguns minutos atraz o tão falado The Secret ( O Segredo) e pra falar a verdade não vi grande coisa, talvez pela intenção, a meu ver melhor elaborada, de alguns pensadores que lançaram a idéia de um positivismo ultra-mega-power-blaster-moderno ou talvez seja pelo fato de minha aversão a auto-ajuda ter sido mais uma vez ferrenha, mas juro que tentei. Em alguns momentos fui tentado a tirar o dvd ou simplesmente dar boas gargalhadas, mas não quero entrar muito nos méritos do documentário, só queria propor uma nova experiência a quem assistiu: Assista o documentário com uma pausa maior entre os capitulos… sem aquele bombardeio de informação, acho que é muito mais interessante. Vou tentar fazer um comentário melhor dele qualquer hora dessas, preciso discutir com mais pessoas a respeito, se você que está lendo esse post viu, comente a respeito, quem sabe não rola uma discussão interessante?
[]’s
Excelente filme, de aumentar o meu orgulho a respeito do novo cinema nacional, que a cada dia me surpreende com produções como essa… sim sim sou um grande paga-pau do cinema nacional.
Acho que já passou da hora de cair o estigma das pornochanchadas, que apesar de algumas serem até engraçadas e outras se tornarem cult, é uma época que já passou, fez sua história mas já passou.
Depois de ver Anjos do Sol cheguei a uma conclusão:
Cada ser humano tem uma história.
E me recuso a comentar mais sobre o filme… Recomendadissimo!!!
O que levou o tal diretor Ulli Lommel a fazer uma merda dessas?! Esse Dália Negra se resume a quase 90 minutos de pura chatice!!! Estou até com receio que ele venha a queimar um filme anterior a esse com o mesmo nome só que com o diretor Brian DePalma, que parece ser muito bom.
Esse é o tipo de filme que a julgar pela capa é um puta tiro no escuro… e o que é pior, tu acaba errando o tiro.
Atores ruins, efeitos ruins trilha sonora repetitiva e simplesmente chupinhada de The Omen e outras coisas que só vendo mesmo para acreditar, a propósito não faça isso.
Se a intenção do diretor era faser um filme com uma temática trash sinto dizer mas errou feio… acho que eu com uma camera na mão e um roteiro vindo de alguns amigos, tipo o Bart por exemplo, ficaria muito, mas muito melhor que isso.
As vitimas simplesmente são ludibriadas a fazer um teste de elenco em um filme chamado “Dália Negra”, que na verdade é somente um chamariz para uma carnificina bem mal feita e sem graça, executadas por um cara vestido de jogador de baseball e um outro no estilo açougueiro sadômasô… meu… é um puta pé no saco, colocam ainda uma idiota vestida de colegial que só sabe ficar gritando “cale a boca!!! bla bla bla… cale a boca!!!”, Só fica nisso, uma monotonia sem fim. Depois de terminado o “serviço” lógico que não poderia faltar uma cena de humor negro, afinal ele tentou fazer um filme trash, em que os 3 assassinos ficam dançando em cima dos pedaços dos corpos das vitimas ao som daquelas jazz bands da vida… ele tentou, tentou e tentou… mas ficou muito sem graça tudo isso, Alias chega de falar dessa porcaria de filme, simplesmente siga meu conselho, não assista!!!
Ontem depois de um dia de “quebra-pedra”, só me restou após minhas obrigações, fazer uma coisa que eu curto muito, assistir um filme.
Ser e Ter é um documentário, simples mas que empolga pelo silêncio, pela sutileza e pela sua raridade, mostrando o dia-a-dia de uma escola da França, onde um professor toma conta de crianças e pré adolescentes.
Não há grandes expectativas a respeito da produção ou algo assim, mas o interessante são os detalhes que ele mostra, sem enrolação, como por exemplo, que o ser humano é capaz de aprender coisas boas sem violencia e como as crianças estão prontas a aprender tudo que lhes for ensinado. Outra coisa é a força e sensibilidade do professor, que no decorrer do documentário ensina de forma sutíl o que eu acho mais interessante no aprendizado: ele ensina as crianças a pensar; sem contar a também a expressão nos olhos dele ao se despedir das crianças que estão entrando de férias… achei bem forte.
Segue aí uma dica para quem está afim de assistir algo simples, cativante e que traz ótimos ensinamentos pra vida toda.
Ouvindo: Jerry Cantrell – Dickeye
Tá aí… acho que a idéia de ter somente 4 dias uteis seria muito bom para a humanidade não acha? Pelo menos teríamos mais tempo com as pessoas que gostamos, dedicaríamos mais tempo nas coisas que nos trazem prazer… não que o trabalho seja ruim, pelo contrário, como dizia o saudoso sr. Madruga : “ruim é ter que trabalhar” – sábias palavras…
Por que essa imagem ae do lado? É o poster do filme que fui assistir ontem com minha esposa, A Casa do Lago. Não sei, mas acho que deve estar rolando uma safra de filmes que começam sem pé ném cabeça, e o que é pior, as vezes terminam assim… e olha que curto histórias bizarras e tal, daquelas que quanto menos previsível for o final melhor, e é a primeira vez também que vejo um filme romântico assim. Não que o filme seja ruim, aliás achei bem feito por sinal, sem contar que a Sandra Bullock com esse corte de cabelo… ainda bem que minha mulher não tem ciumes … mas voltando ao filme, vale a pena assistir, acompanhado ou mesmo sozinho.
Depois do cinema encarar um chá gelado com uva é o que há, o engraçado é ver o trampo que dá pros Emos manterem a pose… sarrinhos a parte,
fico admirado com algumas coisas que os adolescentes fazem hoje,
que provavelmente várias pessoas na minha época de adolescente se faziam também a mesma pergunta… principalmente pra mim que adorava pegar o skate e sair com meus amigos pra session. Sim, éramos discriminados também, pelo nosso jeito de se vestir, pelo jeito de falar e pensar também, é até engraçado ver o skate hoje sendo divulgado em tudo quanto é lugar, virou até uma espécie de esporte de elite… estranho isso, qualquer hora dessas preciso escrever a respeito disso.
Sei lá, as vezes fico preocupado com o que será dessa geração, que cresce a cada dia envolvida e dominada pela mídia, pela estética, pela moda… mas cada um faz o que acha certo, não quero entrar nesses méritos, mesmo porque não sou um bom exemplo pra isso.
Hoje dia dos mortos, e eu pareço estar em coma… mas pudera, eu precisava descansar porque a correria dos dias tem me sugado até não poder mais, e uma das coisas que mais gosto de fazer quando estou de folga e poder assistir um bom filme, e tive sorte na escolha assistindo A Máquina, um filme com um dos textos mais legais que vi no cinema nacional esse ano. A simplicidade “complexa” do texto é simplemente sensacional… não vou falar muito mais aqui senão vão dizer que estou puxando o saco do cinema nacional e tenho desdenhado o cinema americano, mas é que a qualidade desses
filmes mostram que não estou tão errado assim … por isso já mandei a na sequência o ótimo Jogo Subterrâneo, que não farei nenhuma preview aqui porque não sou critico de cinema, mas vale a pena também, que talvez esse seja um filme que seja discriminado por ser nacional, mas tenho certeza de que se ele tivesse vindo do cinema americano ou até mesmo europeu seria muito bem elogiado. A estigma deixado pelo cinema nacional do passado, principalmente da época da pornochanchada, tem diminuído a passos mais rápidos, ainda bem!
Caraca, é até estranho dizer isso mas… Estou feliz! e
não sei explicar ao certo o porquê dessa felicidade.
De certa forma a minha visita ao neurologista me ajudou bastante, porque pelo que foi detectado, eu devia estar com uma carencia de vitamina B6 no organismo, que me atrapalhava a cabeça toda… com isso também estou conseguindo ser até um pouco mais ponderado em certas coisas, conseguindo ter pensamentos bons… ver algumas coisas em tons mais coloridos… não, não estou usando alucinógenos .
Deve ser também por estar sabendo de vários exítos que pessoas que conheço e gosto muito estão alcançando… parece que não mas a alegrias das pessoas que gosto de certa forma também são a minha alegria. Dessa vez estou sentindo uma vontade de acordar bem, como não sentia a muito tempo…
Sei lá, parece que no dia dos mortos meu corpo está em coma, mas minha alma está muito viva!
abraço.
Ouvindo: Black Label Society – Concrete Jungle]
Depois de algum tempo sem ver alguns filmes, resolvi dar uma olhada no filme do Tarantino, que não tenho certeza mas acho que é uma primeira investida no estilo. Não sou crítico de cinema, por isso nem me arrisco a tal, aliás, não muito de dar importancia a criticas de filmes ou discos a ponto de deixar de ver ou ouvir mas confesso que esperava mais do filme. Sei lá, deve ser aquele lance de espectativa, ou talvez eu seja uma exceção, talvez…
O tema do filme é interessantissimo (não, não vou contar), mas poderia ter sido muito mais explorado, a ponto de ser um dos melhores do gênero para esse ano, que a propósito tem sido bem ruim em relação a cinema, pelo menos o circuito hollywoodiano,
ao contrário da cena nacional que tem lançado muita coisa boa,
a ponto de desbancar vários abacaxis feitos de efeitos especiais e sem conteúdo nenhum que se tem visto ultimamente… mas voltando ao “Albergue”, pra um filme que deve ter quase 1:30 de duração, ter pelo menos uns 40 minutos de pura “embrometion” é de dar no saco de qualquer um… porra,
essa receita de mulher-gostosa-que-seduz-zé-ruela já cansou,
não é possível que esse enredo ainda continue… caraca… acho que estou ficando velho mesmo, só pode ser isso.
Em compensação até que o “Código da Vinci” salvou a noite, e não foi surpresa nenhuma o pessoal resumir tanto a estória como foi feito nesse filme, eles sempre fazem isso, um ou outro se torna uma exceção, mas ainda assim eu indico o livro apesar de achar, e espero mudar de opinião, que
Dan Brown é o tipico escritor de uma estória só.
Nossa, hoje tirei o dia pra ser um criticozinho fajuto?
Amanhã rola terapia, que tem sido muito legal, sou atendido por uma pessoa gente fina e acho que no futuro talvez isso possa me render bons frutos, não sei, como disse antes, ainda estou apostando minhas fichas nisso. Na sequência vai rolar consulta com um neurologista pois ando tendo umas vertigens brabas, e não sei o que pode ser, talvez uma labirintite… talvez…
O lance é ir assistir o Café Filosófico pra não perder o Domingão, mas antes quero agradecer a ? tamara, pelas considerações…
E os dias continuam passando… muito rápido eu acho…
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